Nomes Na Biblia


Adrameleque - ídolo dos de Sefarvaim, que Salmaneser II, rei da Assíria, trouxe para colonizar as cidades de Samaria, depois de ter levado para aquele país os habitantes cativos.
Este demônio era adorado com rituais semelhantes aos de Moloque, sendo-lhe sacrificados crianças.

II Reis 17.31
31. e os aveus fizeram Niba e Tartac; e os sefarvitas queimavam seus filhos no fogo, a Adrameleque, e a Anameleque, deuses de Sefarvaim.

Note: Talvez por profunda adoração a esse demônio, o Rei da Assíria, Senaqueribe, deu ao seu filho o nome de Adrameleque; por conseguinte à essa maldição (o Nome), Adrameleque ajudado por seu irmão Sarezer, matou o Pai (Senaqueribe), na casa de um demônio chamado Nisroque, estando ele a adorar.

II Reis 19.37
37. e sucedeu que, estando ele (Senaqueribe) prostrado na casa de Nisroque, seu deus, Adrameleque e Sarezer, seus filhos, o feriram à espada (...)

Astarote - principal divindade feminina dos fenícios, como Baal era o principal dos deuses. Assim como Baal foi identificado com o Sol, assim Astarote, com a Lua, simbolizada pela vaca.
O culto desse demônio veio dos caldeus para os cananeus. Era o demônio do poder produtivo, do amor e da guerra. Entre os filisteus o seu culto era acompanhado de grande libertinagem, em que os bosques representavam uma extensão dos rituais. Seu principal sacrifício é a pomba.
Juízes 2.13, 10.6; I Samuel 7.3-4, 12.10, 31.10; I Reis 11.5, 33; II Reis 23.13

Asima - era um demônio adorado pelo povo de Hamate. O respectivo culto foi introduzido na Samaria pelos colonos de Hamate, a quem o rei da Assíria estabeleceu naquela terra. II Reis 17.30

Baal - Este nome na sua origem significava senhor/possuidor, mas também era empregado para mostrar a relação do demônio para com o seu adorador. Nunca foi estritamente um nome próprio.

Os rituais eram realizados com muitas pombas e cerimônias, havendo ofertas dos produtos da natureza e incenso, holocaustos e sacrifícios humanos.

Oseías 2.8
8. Ela, pois, não reconhece que eu lhe dei o grão, e o mosto, e o óleo, e lhe multiplicarei a prata e o ouro, que eles usaram para Baal.

Jeremias 19.5
5. Porque edificaram os altos de Baal, para queimarem seus filhos no fogo, em holocausto a Baal; o que nunca lhes ordenei, nem falei, nem subiu ao meu coração.

Os seus sacerdotes, em certas ocasiões, excitavam-se a tal ponto que chegavam a ferir-se com facas. ( I Reis 18.28 )

O culto a Baal tinha-se propagado por uma extensa área, e existia desde os tempos primitivos:

Números 22.41
41. E sucedeu que, pela manhã, Balaque tomou a Balaão, e o fez subir aos altos de Baal, e viu ele dali a última parte do povo.

Predominava entre os cananeus e moabitas, passando destes para o povo de Israel. Pelo casamento de Acabe e Jezabel tornou-se o culto fenício de Baal a religião do Estado entre os israelitas, até que foi desarraigado no reinado de Jeú.

Os profetas do Senhor sempre combateram este culto a Baal, como Elias por exemplo (I Reis 18). Indícios deste culto encontram-se na Babilônia (Bel) e nas colônias fenícias do Mediterrâneo.

Dagom - o deus nacional dos filisteus. Havia templos consagrados ao demônio Dagom em Gaza e Asdode. ( Juízes 16.21-30; I Samuel 5.5-6; I Crônicas 10.10).

Dagom era o demônio da agricultura; disto procede o fato de serem mandados pelos filisteus ao Deus de Israel cinco ratinhos de ouro, semelhantes aos do campo, como sacrifício expiatório pelo pecado; o rato do campo simbolizava, talvez, aquele Deus que tinha castigado os adoradores de Dagom. Há provavelmente alguma conexão no fato de que a praga era, na sua origem, uma doença de rato. ( I Samuel 5.6,9; 6.4-5 )

Júpiter - em grego era conhecido como Zeus; o demônio supremo da mitologia romana, que o povo de Listra supunha ter descido do céu na pessoa de Barnabé. Na mesma ocasião aquela gente pensou que Paulo era Mercúrio, que em grego é conhecido como Hermes, devido a sua eloquência.

Atos 14.12
12. Chamavam Júpiter a Barnabé, e Mercúrio a Paulo, porque este era o que falava.

Milcom - demônio dos amonitas; em outros lugares ele também é conhecido como Moloque e/ou Moleque.

I Reis 11.5, 7
5. Salomão seguiu a Astarote, deusa dos sidônios, e a Milcom, abominação dos amonitas.
7. Nesse tempo edificou Salomão um alto a Quemós, abominaçào dos moabitas, sobre o monte que está diante de Jerusalém, e a Moloque, abominaçào dos filhos de Amom (Amonitas, digo eu).

Moloque/Moleque - também chamado Milcom. É traduzido literalmente como: rei.

Sacrifícios humanos e provas de fogo eram alguns meios que se empregavam para tornar propícia aquela divindade. Os israelitas foram severamente avisados contra este culto com ameaças de terríveis castigos. Aquele que oferecesse o seu filho a Moloque devia ser morto por apedrejamento.

Levíticos 18.21 - veja também Levíticos 20.2-5
21. Não darás nenhum dos teus filhos para ser sacrificado a Moloque, a fim de não profanares o nome do teu Deus. Eu sou o Senhor.

Fazer passar a filha ou filho pelo fogo, em adoração a Moloque ( II Reis 23.10 ), era matar a criança e depois oferecê-la em holocausto à maneira de Mesa (ou seja, na superfície de um altar consagrado no satanismo).

O sacrifício de crianças era não somente expiatório, mas também purificatório; por ele se supunha que as vítimas eram assim purificadas da imundícia do corpo, alcançando entào a união com as forças divinas.

Está averiguado que a imagem de Moloque era na forma dum bezerro, com as mãos estendidas adiante, como querendo receber qualquer coisa. Em outras regiões, as mãos eram postas na direção do chão de tal maneira que a criança, quando colocada sobre elas, era lançada numa cova de fogo.

Os sacerdotes de Moloque tomavam a precedência com respeito aos príncipes de Amom.

Nergal - o demônio da guerra, da doença, e da morte na região da Assíria e da Babilônia.

Os homens de Cuta, colocados nas cidades da província de Samaria pelo rei da Assíria, adoravam a esse demônio, sob o símbolo de "homem leão":

II Reis 17.30
30. Os de Babilônia fizeram Sucote-Benote, os de Cuta fizeram Nergal, e os de Hamate fizeram Asima;

Cuta ou Tigaba, especialmente didicada a Nergal é, na tradição arábica, a cidade por excelência de Ninrode; e por essa circunstância tem sido conjeturado que Nergal pode representar o divinizado Ninrode. Senaqueribe edificou um templo a Nergal na cidade de Tarbisa, perto de Nínive.

Sucote-Benote - Nome de demônios criados pelos homens da Babilônia (II Reis 17.30).
Trata-se duma forma corrompida da divindade babilônica, Bel-Merodaque, ou de sua mulher, Zer-Banite.

Tamuz - um nome de Adônis, o deus do Sol, sendo Biblos da Fenícia o principal lugar do seu culto. A sua festividade anual, em junho na Babilônia, em agosto na Palestina, festividade que tomava a forma de uma lamentação pela morte desse deus, e de regozijo por ter voltado à vida, era feita por meio de obscenos rituais. Era conhecido pela sua extrema beleza.

Ezequiel 8.14
13. Então ele me levou à entrada da porta da casa do Senhor, que está do lado norte, e vi ali mulheres assentadas chorando por Tamuz.

Daniel 11.37
37. Não terá respeito aos deuses de seus pais, nem terá respeito pelo desejado das mulheres, nem a qualquer deus, ...

O termo "desejado das mulheres" refere-se ao mesmo demônio.

 

O que estes demônios tem haver com a realidade brasileira?

 

A resposta é: Muito! Deixei para o final dois demônios que muito tem haver com o nosso país; trata-se de Ninrode, Semiramis e Diana (os dois últimos são o mesmo).

Diz-se que o início da apostasia começou com Ninrode, que era filho de Cuxe, filho de Cão, o filho de Noé. Ele foi referido na Bíblia como "poderoso caçador diante do Senhor" (Genesis 10.9).

Conhecido também como o fundador do Império da Babilônia. Foi deificado, tornando-se parte homem e parte deus. Miquéias também refere-se a ele, no seu livro, capítulo 5, verso 6.

Em contrapartida, vemos Semíramis sua esposa, cujo título era: Mãe de Deus!

Essa mulher nasceu nos dias de Ninrode, o primeiro Império (Babilônia) e após o seu marido ter sido deificado, ela também foi.

Ela se dizia "Mãe de Deus", porque em dado momento, seu marido veio a ela em espírito e a possuiu através de um raio, gerando então um filho que era a "Semente da Mulher", e como não houve intervenção de um homem, ela foi chamada: Mãe de Deus.

Tempos mais tarde com a queda da Assíria e da Babilônia, o mesmo demônio Semíramis, começou a atuar através da deusa Diana, nome latino para deusa grega Artémis. Tendo sido construído o famoso templo de Diana em Éfeso (veja Atos 19).

O templo era servido por um grupo de sacerdotes e por virgens consagradas a Vesta. Este templo foi considerado uma das 7 maravilhas do mundo, tinha sido construído com mármore brilhante, demorando 220 anos para o seu término. E em 260 d.C. este templo foi destruído pelos godos.

Repare: Acreditavam os efésios que a IMAGEM DESSA DEUSA TINHA CAIDO DO CÉU.

Semelhante a história da imagem de Maria Aparecida. E também da Cova da Iría, para os portugueses.

Cerca de 171 anos mais tarde, o demônio Semíramis, sorrateiramente entrava na Igreja Católica, no 3º Concílio Geral Ecumênico, o 1º de Éfeso (a mesma cidade de Diana), em 431 d.C.

Onde se condenou o Nestorianismo e se definiu a unidade pessoal de Cristo e a virgem Maria como Theótokos - portador de Deus - este é apenas um termo/título "maquiado" para não causar "confusão" como diziam.

O fato é que Maria, recebera o mesmo título de Semíramis: MATER DEI, Mãe de Deus. Pronto, o demônio estava livre, atuante e recebia toda a veneração dos católicos.

Maria foi uma grande mulher de Deus, mãe do homem Jesus, enquanto Ele estava na terra; mas não do Deus Jesus.

Nós temos que separar a pessoa desta grande mulher, das imagens e nichos que retratam Semiramis com um bebe ao colo.

Essa criança que tanto vemos e conheçemos no colo da mulher, nada mais é do que Ninrode, que era marido e se tornou filho.

O título: "Nossa Senhora" em latin, era o mesmo título dado a Semíramis e a Diana dos Efésios. No satanismo, este título também é usado para se dirigir a Kali e Lilith.

E tal e qual nos dias da Assíria, da Babilônia e dos efésios, hoje no Brasil encontra-se um templo, ou melhor, uma cidade inteira na Aparecida do Norte, edificada a Semiramis, escondida atrás do nome de Maria. Cujo encargo, é o principado do Brasil.

Em 787 d.C., foi realizado nos palácios de Verão de Nicéia, do dia 24 de setembro ao dia 23 de outubro, o 7º Concílio Geral Ecumênico, o 2º em Nicéia.

Onde o clero católico regulamentou a Veneração às Imagens, em outras palavras, proclamaram a Legitimidade do Culto das Imagens dos Falsos Deuses.

J. Mendham no livro "The Seventh General Council, the Second of Nicea", introdução, págs. III-VI, diz:

"Imagens e Quadros foram a princípio introduzidos nas igrejas, não para serem adorados, mas antes em lugar dos livros, a fim de darem instrução àqueles que não sabiam ler, ou excitar devoção no espírito de outros. Até que ponto corresponderam a tal propósito, é duvidoso; mas, concedendo, embora, que este fosse o caso por algum tempo, logo deixou de ser assim, e notou-se que os QUADROS E IMAGENS OBSCURECIAM A MENTE DOS IGNORANTES EM VEZ DE ESCLARECER, DEGRADAVAM A DEVOÇÃO DO ADORADOR EM LUGAR DE A EXALTAR. ASSIM É QUE, POR MAIS QUE TIVESSEM SIDO DESTINADAS A DIRIGIR A MENTE DOS HOMENS A DEUS, ACABARAM POR DESVIÁ-LA DELE PARA O CULTO DAS COISAS CRIADAS."

Não se deixe enganar caro leitor, cada pessoa que se prostra diante desta imagem (como de qualquer outra) está adorando a um demônio. Por trás de qualquer imagem de veneração, esconde-se um espírito maligno.

Salmo 115.4-9
4. Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos do homem.
5. Têm boca, mas não falam, têm olhos, mas não vêem;
6. Têm ouvidos, mas não ouvem, têm nariz, mas não cheiram;
7. Têm mãos, mas não apalpam, têm pés, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta.
8. TORNEM-SE SEMELHANTES A ELES OS QUE OS FAZEM, E TODOS OS QUE NELES CONFIAM.
9. CONFIA, Ó CASA DE ISRAEL, NO SENHOR, ELE É O SEU AUXÍLIO E O SEU ESCUDO.

Deuteronômio 27.15
15. Maldito o homem que fizer imagem de escultura, ou de fundição, abominável ao Senhor, obra de artífice, e se puser em lugar oculto. E todo o povo, dirá: Amém!

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