Lenda?!? Ou Farsa?!?

Para uma melhor compreensão do leitor acerca das verdades de Anton Szandor Lavey, procurou-se pesquisar acerca da realidade de suas alegações e de todo o mito em volta dele. Para tanto, grande parte das refutações a seguir foram pesquisadas por diversos dissidentes de suas idéias. Como Lord Egan, o Bispo Nate Leved, e por aí afora.

 

Observemos os fatos acerca desse "ator" - Anton Lavey.

 

- Ele alegava que seu verdadeiro nome era "Anton Szandor LaVey"

- Na verdade seu nome de nascimento era "Howard Stanton Levey".

FONTES: Certidão De Nascimento 4/11/1930, CooK County, Illinois. Confirmado por parentes.

 

- Ele alegava que seus pais foram Joseph e Augusta LaVey

- Na verdade seus pais foram Michael e Gertrude Levey.

FONTES: Certidão De Nascimento 4/11/1930, Cook County, Illinois. Confirmado pelas suas filhas Zeena e Karla segundo elas, de acordo com os registros de entrada da Certidão de Óbito de Levey.

 

- Ele alegava que tivera sido introduzido ao Lado Negro por sua avó - uma cigana da Transilvânia, que o iniciava com as histórias sobrenaturais de vampiros e lobisomens.

- Na verdade, a avó de Lavey nunca colocou os pés na Transilvânia, e jamais foi uma cigana Ela era Ucrâniana conhecida como Cecile Luba Primokov-Koltonoff. A despeito de suas origens, ele nunca teve descendência de Ciganos.

FONTES: Parentes, incluindo os pais de Lavey.

 

- Ele alegava que no seu aniversário de 15 anos, em 1945, foi levado para as ruínas da Alemanha após a guerra pelo tio, um Oficial da Guarda Costeira Americana. Lá foi mostrado pra ele os principais filmes secretos inspirados pelos Rituais Satânicos agregados em seus rituais. Lavey alegava que os rituais "Alemães" no seu livro: "The Satanic Rituals" de 1972, foram transcrições reais dos rituais filmados, conforme ele mesmo viu na sua adolescência.

- Na verdade o adolescente "Howard Levey" gastou a totalidade do ano de 1945 no norte da Califórnia, e jamais esteve na Alemanha. O tio que ele alega ter levado-o para a Alemanha era um "detento" aprisionado na Penitenciária da Ilha McNeill por envolvimento com os crimes relacionados a Al Capone durante suas atividades em 1945, e ele nunca esteve nas forças armadas. As Leis Marciais proibiam todo e qualquer cidadão americano de visitar a Alemanha pós-guerra. Os rituais "alemães" no "Satanic Rituals" são textos extremamente pobres do alemão para o inglês. Eles são claras adaptações da curta estória - "The Hound of Tindalos" pelo famoso novelista H.G. Wells, e também pelo: "The Island of Dr. Moreau"

FONTES: Parentes de Lavey, Diane LaVey primeira esposa, e pela Rosalind Herkommer que fez as traduções do alemão para o inglês desses livros.

 

- Lavey alegou que em 1948 aos 18 anos foi chamado a tocar órgão no Teatro Mayan em Los Angeles. Lá ele encontrou uma jovem stripper conhecida como Marilyn Monroe, com quem ele teve um romance apaixonado no período antes dela ascender ao estrelato. Segundo Lavey, Monroe teve que se valer do striptease para pagar seu aluguel. Como prova do seu relacionamento com ela, Lavey mostrava uma cópia do famoso calendário Monroe nua inscrito: "Caro Tony, Quantas vezes você viu isto! Amor, Marilyn".

- Na Verdade Lavey nunca conheceu Marilyn Monroe. Monroe chegou a intimar Robert Slatzer e Harry Lipton, agentes dela em 1948, para expor e denunciar esta fábula. Lipton pagava as despesas do Monroe, incluindo seu aluguel. Paul Valentine, diretor do Teatro Mayan, declarou que nem Marilyn Monroe e muito menos Lavey trabalharam no Teatro Mayan. Diane LaVey, esposa anterior de Lavey, foi quem forjou o "Monroe" inscrito no calendário. Edward Webber o editor anterior de Lavey alega que ele nunca conheceu Monroe.

FONTES: Diane LaVey, Paul Valentine (Wright, "SD", página #68), Harry Lipton (Aquino-lipton conversa 12/1/82), Robert Slatzer (carta para Aquino 11/27/82), Edward Webber (entrevistado por Aquino 6/2/91).

 

- Lavey alegava Ter sido exposto à selvageria da natureza humana quando ele se limitava em ser um fotógrafo de Polícia em San Francisco no início dos anos 50.

- Na verdade, nos registros de empregados passados, o Departamento De Polícia De San Francisco nunca houveram nomes como: "Howard Levey" e nem "Anton LaVey". Moser Franco, que foi um fotógrafo do SFPD no início dos anos 50, disse que Laveu nunca trabalhou no Departamento.

FONTES: Registros do SFPD, Moser Franco (Wright, "SD", página 68).

 

- Lavey alegava Ter estudado criminologia na Universidade De San Francisco durante a Guerra da Coréia.

- Na verdade, a Universidade de San Franscisco não tem nenhum registro de matrícula de Lavey em qualquer tempo.

FONTES: Registros da Universidade de San Frascisco, (Wright, "SD", página 68).

 

- Lavey dizia Ter adquirido uma casa na 6114 California Street (que poderia mais tarde tornar-se o quartel general da Igreja de Satanás - a infame "Casa Negra") porque ele descobriu em primeira inspeção que a casa foi o Hotel anterior da madame Mammy Pleasant (na verdade era um Bordel). A casa possuia esconderijos e passagens secretas, para evitar as batidas da policia.

- Na verdade, a 6114 California Street foi a casa dos pais de Lavey. Os pais de Lavey simplesmente permitiram que tanto ele como sua primeira esposa Carole vivessem na casa, então transferiram a Escritura da Casa para Lavey e sua Segunda esposa Diane em 1971. Tais passagens segretas e quartos ocultos que existem foram construídos por Lavey.

FONTES: Parentes, registros de propriedade de San Francisco (Michael & Gertrude Levey, Tenancy Associado Concede Ato, Julho 9, 1971).

 

- Nos anos 50, Lavey alegava Ter viajado a Nice, França, onde ele gravou um álbum tocando órgão sob o pseudonimo de "Georges Montalba".

- Na verdade, Lavey esteve somente uma vez na França, e foi nos anos 70, quando seu Discípulo Holandês Maarten Lamers, dono de clube de sexo de Amsterdam, financiou sua viagem.

FONTES: Diane LaVey, Zeena LaVey.

 

- É alegado que na noite de 30 de Abril de 1966 (o Festival Satânico Alemão do Walpurgisnacht), Lavey num "brilho intenso" se alto declarou o Sumo-Sacerdote de Satanás, proclamado que a Era Satânica tinha começado, e fundou a Igreja de Satanás como uma instituição religiosa.

- Na verdade, em 1966 Lavey suplementava sua renda ao se apresentar em Conferências de fim-de-semana, com tópicos ocultos e exóticos, e por conduzir "Workshops para Bruxas". Ele tirava 2 dólares por pessoa, enchendo sua sala de estar com gente curiosa e estabelecendo uma reputação local de excêntrico. Edward Webber seu editor, sugeriu a Lavey que ele "nunca poderia fazer qualquer dinheiro por ensinar nas noites de Sexta-Feira com donativos ... isto poderia ser arranjado de maneira melhor se formassem uma espécie de Igreja e obter uma Licença do Estado da California ... Eu disse para o Anton que se a imprensa ficasse nos sobrevoando ganharíamos muita notoriedade". No verão de 1966, eles atingiram a notoriedade com jornais publicando e reconhecendo Lavey como "padre da Igreja do Diabo".

FONTES: Edward Webber (entrevistado por Aquino 6/2/91), Jack Webb, Diane LaVey.

 

- Lavey alegava que sua cabeça raspada (marca registrada) foi o resultado de um ritual principal 30 de Abril de 1966, para formalizar seu papel como Sacerdote Superior de Satanás. Este ritual foi realizado na tradição do Yezidi Adoradores de Satanas das tribos do Iraque, que foi dito para se fazer um cerimonia parecida.

- Na verdade, Lavey raspou sua cabeça no verão de 1966 através de um pedido de sua esposa. O "estilo LaVey" nada teve de significado na Igreja de Satanás, nem ritual, e muito menos misticismo anexado a isso. Nem os Yezidi "qawwals" (mestres religiosos) raspam suas cabeças.

FONTES: Diane LaVey; Ethel S. Drower, "Peacock Angel", 1941; C.J. Edmonds, "A Pilgrimage to Lalish", Sociedade Asiática Real, 1967.

 

- Em 1966 Lavey alegava ter pessoalmente projetado o emblema de Baphomet da Igreja de Satanás. Diz ele que possuia os direitos para este projeto, alegando que isto não podia ser reproduzido sem obter licença dos direitos para Igreja de Satanás.

- Na verdade, o emblema de Baphomet utilizado pela Igreja de Satanás não é nada original e muito menos Lavey o criou, por isso ele não pode alegar direitos autorais. Quem originou o emblema de Baphomet foram Cavaleiros Templários na Era Medieval. A arte do emblema como conhecemos hoje bode/pentagrama primeiro apareceu em um livro de Oswald Wirth em 1931. O emblema completo com os círculos somados e "LVYThN" as letras hebraicas aparece na capa de um livro de Maurice Bessy dois anos antes a criação da Igreja de Satanás. Fotos Antigas das atividades da Igreja freqüentemente mostram Lavey ou seus discípulos usando o livro de Bessy. O Baphomet, está claramente no domínio público.

FONTES: Oswald Wirth, "La fran-maconnerie rendue intelligible a ces adeptes - II, "Le compagnon"", Paris: Derry-livres, 1931, página #60; Maurice Bessy, "A Pictorial History of Magic and the Supernatural", London: Livros De Primavera, 1964 [a edição original deste trabalho - "Histoire en 1000 images de la magie" - foi publicado em 1961 por Editions du Pont Royal]; Thomas H. Hilton, "Sex and the Occult", Vol. I, Los Angeles: Centurion Press, 1974; membros da Church of Satan, "The Black Flame" (a 1980s Church of Satan magazine).

 

- Essa é uma das mais ridículas mentiras de Lavey, ele alegava ter sido conselheiro técnico do filme "Bebê de Rosemary", de 1968, do diretor Roman Polansky. Lavey também alega que ele atuou como o diabo naquele filme.

- Na verdade, Lavey não teve nenhuma participação ou envolvimento no filme de Polasnky. Gene Gutowski amigo íntimo de Polansky (e produtor original do filme) declara que não havia conselheiro técnico, e nunca encontrou Lavey em qualquer reunião para o filme. O produtor William Castle, que detalhou todos os aspectos da produção do filme na sua autobiografia, nunca menciona Lavey.

Ele descreve diligentemente que Polanski base o filme exatamente no romance do Ira Levin, e que tivera sido uma adaptação, eliminando qualquer necessidade de conselho técnico. O pai da atriz que contracenava com Mia Farrow na cena do Diabo recorda que uma jovem muito alta, dançarina profissional, era quem atuava vestida em um pequeno terno de borracha. Em 1971 este terno foi adquirido pelo Studio One Productions em Louisville, Kentucky, para ser usado num filme de horror de baixo orçamento chamado: "Asylum of Satan". Michael Aquino, conselheiro técnico para aquele filme, ao examinar o terno e observar as medidas, declarou que jamais Lavey conseguiria Ter usado aquilo. [O terno foi usado por uma moça no filme "Asylum".] Nenhum integrante do elenco de "Bebê de Rosemary" mencionou o envolvimento de Lavey.

FONTES: Gene Gutowski; William Castle, "Step Right Up! I'm Gonna Scare the Pants off America", New York: Pharos Books, 1992; Diane LaVey, Michael A. Aquino ("COS", página #17).

 

- Lavey alegava que Jayne Mansfield, símbolo sexual de Hollywood e atriz, era uma satanista e teve um romance com ele.

- Na verdade, Tony Kent agente editorial, um associado de Ed Webber, arranjou um encontro entre Mansfield e Lavey como um lance de publicidade. Lavey foi um apaixonado pela atriz. Mansfield, que nunca fez nenhum segredo dos seus muitos romances, negou conhecer Lavey intimamente, e jamais confirmou algum suposto romance com ele. Em 1967 numa entrevista ela disse, "Ele tinha caído de amores por mim e desejava ficar comigo. Isto foi uma piada." Segundo Edward Webber editor de Lavey, Mansfield achou ridículo o convite para vir a se tornar uma satanista e integrar a Casa de Los Angeles. As alegações públicas de que Lavey tivera um romance com Mansfield começou unicamente depois da morte dela em um acidente de automóvel, que ele também alegou Ter sido o resultado de uma maldição ele tinha colocado nela.

FONTES: Edward Webber (entrevistado por Aquino 6/2/91); entrevista com Mansfield citada em "Jayne Mansfield" por May Mann, Pocket Books, 1974.

 

- Defende-se que Lavey escreveu a "Bíblia Satânica", seu trabalho principal, para preencher necessidade de sua congregação por um guia escrito.

- Na verdade, a "Bíblia Satânica" foi concebida como um veículo comercial das publicações da Avon Books. Avon se aproximou de Lavey para alguma espécie de trabalho Satânico para fazer dinheiro na moda do Satanismo & Bruxaria, na atrasada década de 60. Pressionado a entregar o material no prazo final da Avon, Lavey recorreu ao plágio extraíndo e fazendo montagem de um obscuro tratado de 1896 - "Might is Right" por Ragnar Redbeard - para dentro do "Livro de Satanás", e alegando ser ele mesmo o autor. [Ironicamente essas passagens são as mais freqüentemente citadas pelos discípulos de Lavey.] Além das "Chaves Enoquianas" de John Dee, e "Equinox" de Aleister Crowley. As "Nove Declarações Satânicas", uma das doutrinas centrais da Igreja de Satanás, é uma paráfrase das passagens de Ayn Rand "Atlas Shrugged". As últimas palavras no "Satanic Book" - "Yankee Rose" - tem sido confundida pelos leitores. Ela é na verdade o nome de uma canção popular bastante antiga na coleção de músicas de Lavey.

FONTES: Lavey, "A Bíblia Satânica"; Ragnar Redbeard, "Might is Right", PortTownsend: Loompanics (reimpressão), 1896; Ayn Rand, "Atlas Shrugged" (discurso de Galt, ca. páginas #936-993); "Yankee Rose" por Sidney Holden & Abe Frankl (Música de Irving Berlin, 1926).

 

- Lavey alegava que no ápice de popularidade da Igreja de Satanás, havia centenas de milhares de membros formais.

- Na verdade, Diane LaVey (que administradava a Igreja como Sacerdotisa Superior 1966-1984), Michael A. Aquino ( Magistrado sênior da Igreja e Editor de seu jornal "Cloven Hoof" 1971-1975), e Zeena LaVey (Sacerdotisa Superior da Igreja 1985-1990) asseguram que os números alegados por Lavey são exagerados. Os membros da Igreja de Satanás nunca ultrapassaram 300 indivíduos.

FONTES: Diane LaVey, Michael A. Aquino, Zeena LaVey.

 

- Lavey alegava ser milionário, possuindo três casas na California do norte, um conventa na Itália, um chateau na França, uma frota de automóveis de luxo, alguns iate, três barcos de salvamento, e outras propriedades.

- Na verdade, Diane [LaVey] Hegarty moveu contra Lavey um processo de 1988-91, em 1991 o processo teve de ser arquivado pois Lavey estava em falência. Foi estipulado que Lavey tinha direito a 50% da casa de seus pais, que fora entregue ao casal, juntamente com os itens pessoaisLavey ASL estipulado sob juramento que ele possuiu nada mais que 50% da casa seus pais tinham dados associadamente para ele e Diane, junto com os itens pessoais ele guardou nisso. Teve de vender a casa, mas ela estava abaixo do valor de venda por estar totalmente mal acabada. Lavey a beira da total pobreza foi sustentado através de doações de amigos e parentes.

FONTES: "Hegarty vs LaVey" (Corte Superior de San Franscisco, caso #891863), "Falência De Anton LaVey", Capítulo 7 (U.S. Bankruptcy Court, Northern California, Caso #91-34251), Zeena LaVey, outros parentes.

 

- Lavey alegava ser amigo íntimo de Sammy Davis Jr. e o introduziu a Igreja de Satanás.

- Na verdade, Sammy Davis Jr. Foi convidado como membro honorário da Igreja de Satanás por Michael Aquino. Depois de Davis Ter recebido o convite de Aquino, ele foi aceito em 17 de Março de 1973, foi apresentado com o membro honorário 13 de Abril de 1973 por Aquino e Karla LaVey somente. Lavey não conheceu Davis até Agosto de 1973.

FONTES: Cartas de Davis para Aquino 3/17/73; Church of Satan Priesthood Bulletin 4/30/73; Aquino, "COS", Capítulo 23; Sammy Davis, "Hollywood in a Suitcase" (texto pre-publicado, impresso no "Daily News", New York, 9/11/80), Karla LaVey.

 

- Lavey alegava ser um homem de família amoroso.

- Na verdade, Lavey espancava violentamente sua esposa Diane durante todo o casamento. Em 1984 um relatório de polícia foi feito descrevendo existência de um estrangulamento em Diane, feito inconscientemente por Lavey, que estava tão irado, que a filha Karla foi quem conseguiu arrastar sua mãe para fora de casa, a fim de que não fosse morta. Era rotineiro Lavey abusar sexualmente de suas discipulas, forçando-as a prostituírem-se para ele nos seus "Conselhos Satânicos", e assim colecionar seu salário. Em 1986 Lavey foi uma testemunha passiva do estupro do seu neto por um amigo de longa data que mais tarde foi processado por crimes de sexo com menores.

FONTES: Polícia de San Francisco registro do ataque de Lavey sobre Diane LaVey, Zeena LaVey, Diane LaVey, Stanton LaVey.

 

- Na certidão de Óbito original de Lavey, a data de sua morte foi registrada como em 31 de Outubro de 1997 (Halloween).

- Na verdade, numa investigação oficial pela Cidade de San Francisco foi observado que a data oficial de sua morte foi no dia 19 de Outubro de 1997. E que a inscrição: "Halloween" na data do documento, tinha sido ilegalmente escrita.

FONTES: Certidão de Óbito #380278667, Departamento de Saúde Pública de San Francisco; Dr. Giles Miller (médico que atendeu Lavey na morte), Emenda Médica para a Certidão de Óbito, 11/26/97.

 

REFERÊNCIAS: Wright, Lawrence, "Sympathy for the Devil", "Rolling Stone" #612, September 5, 1991. , "Saints e Sinners". Nova Iorque: Alfred Um. Knopf, 1993. Aquino, Michael A., "The Church of Satan". San Francisco: Temple of Set, 1983. Agradecimentos à Lord Egan.

 

Observe, os ensinamentos de LaVey são PLÁGIOS dos ensinos de Aleister Crowley, Austin Osman Spare, O.T.O. e F.S. (Fraternitas Saturni), além de fazer extenso uso das Chamadas Enoquianas.

Mas como já citei nesse livro - Satanás não está preocupado com esses detalhes, ele se usa de qualquer um disponível para cegar um maior número de vítmas, mesmo, usar um farsante como Lavey.

A seguir, o leitor observará a Base da Doutrina Satânica plagiada por Lavey.

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